Como gerenciar uma equipe remota?

Quando parte da equipe de um projeto está no modelo remoto, é preciso que o gestor pense em algumas particularidades do formato. Saiba quais são elas.

Por aqui, tratamos sempre dos desafios e das maravilhas de ser um freelancer. Mas, agora, vamos também falar sobre outra questão que envolve o trabalho independente: a gestão remota de profissionais. Afinal, o que muda para o gestor quando parte da equipe de um projeto não está presente fisicamente? Qual a melhor maneira de direcionar os trabalhos? E como garantir o cumprimento de prazos e a qualidade do resultado final?

São muitas as dúvidas! Mas uma certeza: o gerente de projeto, que também pode ser um profissional remoto, é peça-chave nesse processo para coordenar as entregas e todos os movimentos.

Conhece-te a ti mesmo

Bem, a primeira coisa a ser levada em consideração é se, de fato, o líder está pronto para organizar e planejar um projeto (remoto ou presencial), além de gerir e orientar uma equipe à distância. Muitos acham que estão aptos por conta da grande experiência no modelo tradicional, mas, no dia a dia, não conseguem lidar com as particularidade do trabalho remoto e acabam sendo levados por uma enxurrada de problemas.

Por isso, é fundamental deixar velhos (pre)conceitos de lado e acreditar no potencial do modelo, que ainda é relativamente novo e cheio de desafios. Só muito disposto a aprender e evoluir é que o gestor poderá se dedicar com afinco ao sucesso da empreitada. Também é necessário ter o dom de não maximizar problemas e a capacidade de ajustar rotas rapidamente.

 

Um por todos e todos por um

Nesse caminho, o gestor precisa conhecer o trabalho do profissional e ter certeza de que os resultados serão satisfatórios mesmo sem que a produção esteja ao alcance dos seus olhos. Falhas de comunicação acontecem, mas quando há transparência na relação, são rapidamente solucionadas e tudo volta aos trilhos. Para tanto, é vital que o gestor esteja disponível para trocar ideias e direcionar o profissional remoto.

Cada profissional tem um perfil e cabe ao gestor compreender seu funcionamento para tirar sempre o melhor. Aquela máxima de que o gado só engorda com o olho do dono (ou do líder, no caso) é balela, e há quem seja muito mais produtivo e criativo sem as pressões de um escritório e a obrigatoriedade de cumprir horários.

 

Batendo o ponto

Aliás, a questão do horário pode ser um ponto delicado. Afinal, o profissional remoto precisa estar disponível durante o expediente?

Tudo é uma questão de esclarecer processos. E o que for acertado com antecedência deve ser cumprido à risca por ambas as partes. Divisão de responsabilidades e clareza na execução das tarefas são fundamentais. Não pode haver dúvidas quanto ao que deve ser feito, de que maneira e, principalmente, sobre os prazos.

Ou seja, se foi acordado que o freelancer estaria disponível em determinado horário, isso pode ser cobrado. Se ficou definido que participaria de encontros presenciais, da mesma forma. Se o acerto é por entrega, basta que cumpra os prazos. Quando e onde as atividades são desempenhadas não precisa ser de responsabilidade do gestor. E se a produção está em dia, que importa se no meio da tarde o profissional tem uma consulta médica ou quer ir na academia, por exemplo?

Claro, se as demandas forem bem planejadas, fragmentadas, e com todos da equipe alinhados, o andamento do projeto tende ser positivo. Mas, lembre-se: se houver mudanças nesse ínterim, o profissional remoto deve ser avisado o quanto antes para se ajustar. E esse alinhamento, sim, é uma função do líder.

 

Um viva à tecnologia!

No entanto, quando falamos de uma comunicação eficiente entre o gestor e a equipe remota, é imprescindível falarmos também sobre ferramentas. Afinal, elas são utilizadas para quase todo tipo de atividade hoje em dia — muito mais para quem está nos modelos menos convencionais de trabalho.

Plataformas internas ou externas, aplicativos e softwares de troca de informações são fundamentais para alinhar e verificar o andamento do trabalho. E o melhor é que a maioria dessas ferramentas é gratuita ou tem preços acessíveis. Estabeleça com a equipe uma ferramenta que centralize a comunicação entre eles.

Veja alguns bons exemplos:

Google Drive (armazenamento na nuvem).
Appear (criação de salas virtuais para reuniões).
Evernote (app de notas).
Trello (app de gerenciamento de projetos).
Slack (software de comunicação de equipes).
Workplace (plataforma social para empresas).
Operand (software de gestão de equipes).
WeTransfer (compartilhamento de arquivos).

Vale citar os nossos velhos conhecidos Whatsapp, Facebook, Skype e Google Hangout. E sem esquecer que a plataforma Nosotros também tem recursos como chat, troca de arquivos e visibilidade do andamento do projeto.

Bom, com esse aparato todo, é possível trocar mensagens instantâneas, compartilhar conteúdos e realizar reuniões de vídeo e áudio seja onde for!

 

E você, o que acha do assunto? Já teve dificuldades no trabalho remoto em equipe? Conte para a gente a sua experiência nos comentários!

 

** Esse post faz parte da parceira de conteúdo entre a Nosotros e o Adoro Home Office.
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